O BRANDING: Ferramenta estratégica para o posicionamento da marca.
SILVA, Giorgio Gilwan da. Pós-graduando em Design Gráfico – Estratégia
Corporativa pela Universidade do Vale do Itajaí.
[email protected]
Resumo
Os consumidores definem a compra da marca pelo conjunto de valores simbólicos dos
produtos com os quais se identificam emocionalmente. A decisão de compra está
relacionada aos aspectos da percepção sensorial que devem ser identificadas e estimuladas,
estabelecendo ligações com experiências multisensoriais e sociais. O estudo identificou os
conceitos e as funções do branding como ferramenta para a construção da imagem
emocional da marca. A pesquisa foi efetivada com abordagem qualitativa e descritiva.
Os resultados mostraram que o conhecimento das necessidades emocionais e dos desejos
dos clientes são procedimentos estando ligados ao plano de Branding na construção da
identidade da marca.
Palavras-chave: consumidor, percepção, comunicação visual, design Gráfico.
Introdução
O avanço da tecnologia faz com que todas as empresas tenham acesso às pesquisas,
as técnicas e aos sistemas de produção que favorecem as qualidades estéticas e funcionais
dos produtos. Para uma empresa diferenciar-se no mercado, deve desenvolver estratégias
para criar ou fortalecer a imagem da marca, incorporando além das qualidades técnicas, os
valores desejados pelos consumidores, ou seja, um conjunto de atributos tangíveis e
intangíveis que relacione o produto ao usuário. Os aspectos intangíveis personificam
valores que justificam os efeitos das marcas aos olhos dos consumidores. Neste sentido, as
empresas necessitam identificar quais são estes valores e usar estrategicamente as
ferramentas do branding para associá-las às marcas.
Insta ressaltar, no que tange aos consumidores, que estes, atualmente, estão mais
bem informados, mais críticos e mais conscientes, uma vez que através dos meios de
comunicação, recebem informações e visualizam tudo que acontece no mundo em tempo
real. Isto favorece o aumento da competitividade e se constitui um grande desafio para as
empresas posicionarem-se no mercado. Neste ambiente globalizado, a construção da marca
torna-se cada vez mais essencial para a conquista da preferência do consumidor.
O presente estudo busca entender a aplicação das ferramentas do branding para
gerenciar o posicionamento da marca no mercado. Serão contextualizados os conceitos do
branding e da sua identidade como ferramenta de gestão de marca, ou seja, as ações para
pensar e agir sobre uma marca. A abordagem da pesquisa caracteriza-se como qualitativa
de caráter exploratória e descritiva. A pesquisa visa, portanto, conhecer as ferramentas e as
funções do branding para o processo de construção da imagem, bem como as percepções e
associações que o indivíduo (consumidor) faz com suas necessidades emocionais, que
influenciam no seu comportamento (quer por seus significados ou por seus atributos)
quando da escolha de determinado produto ou serviço.
O Branding
Para atingir o foco principal deste trabalho é preciso contextualizar os conceitos do
branding para compreender sua identidade como ferramenta para gestão da marca.
Pavitt (2003, p. 21) explica que “branding é principalmente o processo de afixar um
nome e uma reputação para algo ou alguém”. Esta conceituação leva a uma forma simples
de identificar e distinguir. Pinho (1996, p. 43) descreve que “a marca é a síntese dos
elementos físicos, racionais, emocionais, e estéticos nela presentes e desenvolvidos através
dos tempos”. Pode-se entender que a marca vem sendo utilizada através dos tempos com o
intuito de identificar e distinguir um produto ou serviços dos concorrentes. Entretanto, as
marcas passaram a desempenhar papéis mais variados e complexos, e, com isso, houve a
necessidade de adoção de um processo de gestão que favorecesse o reconhecimento e a
fidelidade à marca por parte dos clientes. Para Guimarães (2003, p. 87) “o branding é uma
filosofia de gestão de marca, ou seja, uma maneira de agir e pensar sobre uma determinada
marca”. Neste caso, a gestão de marca vai muito além do design propriamente dito, envolve
outras áreas de conhecimento, como o marketing, por exemplo, buscando através de ações
interdisciplinares, gerenciar os diversos discursos da marca.
Segundo a linha de pensamento dos autores Schimitt e Simonsan (2000, p. 58-59),
“a função do design não é limitado apenas às artes gráficas, identidade visual para as
empresas, criarem valor e estética que diferenciem a empresa e seus produtos da
concorrência”. Além destas funções, devem ser “criadoras de cultura” para clientes e para a
sociedade em geral. Verifica-se, portanto, que as ferramentas de branding desenvolvem
trabalhos integrados com outras áreas, envolvendo diversas habilidades com o principal
propósito de gerar propostas inovadoras para a identidade da marca.
Ainda segundo Schimitt e Simonson (2000, p. 57):
Surgiu um mundo onde design, identidade e estética passaram a ser vistos como
parte das comunicações de marketing integradas; um mundo onde designers e
consultores de identidade não deveriam se ocupar apenas com artes gráficas e
design, mas também com o comportamento dos consumidores e estratégias de
marketing; um mundo no qual uma organização e sua identidade de marca passaram
a interessar a todas as pessoas envolvidas no planejamento estratégico de orientação
corporativa e valor de marca.
O branding tem a função de gerenciar os diversos discursos de uma marca, que são
oriundos de várias áreas do conhecimento, buscando unidade nas manifestações de
identidade da marca. O marketing entra com sua função de planejamento, pesquisa de
informações estratégicas para a idealização do produto. O design tem a função de
decodificar essas informações, e, através delas, expressar visualmente a marca
(RODRIGUES, p. 2006). A propaganda tem a incumbência de divulgar a personalidade da
marca e gerar conhecimento. A arquitetura é um forte elemento de experiência, tanto do
ponto de venda, quanto no contato com os colaboradores e funcionários da empresa. A
administração e suas subáreas têm a função de planejar, organizar, gerenciar e controlar o
trabalho de seus funcionários e colaboradores.
Dessa forma, entende-se que o branding pode ser considerado um sistema de ações
interdisciplinares que visa o estabelecimento de imagens, percepções e associações com as
quais o consumidor se relaciona com um produto ou empresa. Assim sendo, o branding,
nada mais é do que o construir e administrar uma marca através de todos os pontos de
contato afetivo vivenciados pelo usuário.
Rodrigues (In: Anais, p. 2006) ressalta ainda que “a interação do branding é fazer
com que a marca ultrapasse sua esfera econômica, passando a fazer parte da cultura e a
influenciar o comportamento das pessoas, num processo de transferência de valor para
todas as partes interessadas da marca”.
Strunk (2001, p. 34) explica os princípios utilizados em muitos casos para a
concepção de identidades visuais: “[...] quando (as marcas) conseguem estabelecer um
relacionamento afetivo (com os consumidores), criam suas heranças, tornam-se símbolos de
confiança, ganham uma história e geram riquezas”. Argumenta que “[...] na sociedade da
imagem, é vital que uma corporação saiba construir e administrar sua própria marca, sob
pena de sucumbir num mercado cada vez mais competitivo”.
Ainda segundo Strunk (2001, p. 18-19 e 36), os “negócios vencedores” têm as
marcas como “[...] grande patrimônio, capazes de transferir valores ao que é oferecido ao
público”. O autor coloca que as marcas “vencedoras” são as que objetivam “criar” também
benefícios emocionais que levam a sua fidelidade”. Interpretando os autores mencionados,
percebe-se que o branding está estritamente ligado ao relacionamento estabelecido pela
afetividade entre a marca e o cliente. Suas ferramentas colaboram com o objetivo da
construção efetiva do valor da marca na mente dos clientes/consumidores, e, é difundido no
mercado como a solução dos problemas de relacionamento da marca.
É importante explicar que a marca não é apenas a logo ou imagem, ela é também
cultura e surge como resultado da relação da empresa com o mercado. Desse modo, a
marca tem a capacidade de aglutinar em torno dela todos os aspectos tangíveis e os
intangíveis, a tecnologia, o processo, as patentes, incluindo a própria logo, o nome e o valor
reconhecido.
Segundo Oliveira (2002), a evolução da marca passa por três estágios: assertivo,
assimilativo e absorvitivo. No primeiro estágio assertivo, a marca fala para o consumidor,
comunica seu ponto de vista, dizendo que são as melhores e que basta confiar nelas para se
fazer à coisa certa. No segundo estágio, assimilativo, as marcas assumem uma posição de
diálogo, em que o cliente pensa que pode ser importante para o crescimento da marca (é
uma relação de igualdade e participação). No terceiro estagio, absorvitivo, as marcas
assumem uma posição de convívio, tornam-se parte da vida do consumidor, motivando-o
não só a utilizar sua marca, mas tudo o que se relaciona a ela. E isso é o que define o
branding, a fidelidade do cliente pela marca.
Adverte-se que a marca não existe isoladamente. Pinho (1996, p. 43) identifica
como seus “principais componentes os produtos em si, a embalagem, o nome da marca, a
publicidade e a apresentação como um todo”. A marca tem muitos significados, incorpora
um conjunto de valores, atributos, que além de diferenciá-la de seus concorrentes, podem
relacioná-la diretamente aos desejos dos seus clientes. Para Tavares (1998, p. 17), “o
significado da marca é resultado de pesquisas, inovação e comunicação e outros, que vão
sendo agregado ao processo de construção”. Souza & Nemer (1993, p.6) afirmam ainda que
a marca é a forma como a empresa se comunica com seus consumidores. É através da
marca que as empresas formam a sua imagem na mente do seu público alvo. É importante
ressaltar que a marca é diferente de produto, embora estejam bastante ligados, eles possuem
diferentes características. De acordo com Tavares (1998, p. 17) a marca estabelece um
relacionamento e uma troca intangível entre pessoas e produtos. O produto é fabricado pela
empresa, a marca é comprada pelo consumidor. “Os produtos não podem falar por si: A
marca é que dá o significado e fala por eles”. Assim, pode-se compreender que a marca é
baseada tanto nos aspectos externos do produto como também nos internos.
Importância da marca e seu valor
A marca é o grande patrimônio da empresa, indica as qualidades do produto ou dos
serviços por esta oferecidos, bem como fortalece sua imagem desta perante os
consumidores. Seu valor é usado como estratégia para diferenciá-la do concorrente,
mantendo-se no mercado e conquistando novos clientes.
Devido à importância da marca para a empresa, Martins (1997, p. 17) diz que é
necessário que esta cuide sempre da sua marca, como parte essencial de um processo
interminável e integrado de gestão, que é a busca de aperfeiçoamento, reconhecimento e
fidelidade por parte dos seus consumidores. Uma boa marca transmite eficazmente um
determinado conjunto de informações. Conseqüentemente, ela leva os consumidores a
experimentá-la, a gostarem dela, a repetirem o ato de compra e a recomendá-la
positivamente.
As marcas constituem-se como símbolos emocionais e à medida que se tornam
importante para a vida das pessoas, deixam de representar produtos, serviços ou empresas,
para representar desejo e tudo que acreditam que traga bem estar e prazer.
Pinho (1996, p. 7) ressalta que ao “[...] adquirir um produto, o consumidor não
compra apenas um bem. Ele compra todo o conjunto de valores e atributos da marca”. Em
função da sua importância a marca pode sustentar a empresa e manter a lealdade dos
clientes. Uma marca forte, formada com associações positivas, ampara a organização em
todos os seus movimentos, por mais audaciosos que sejam no mercado.
Em relação ao consumidor, na concepção de Aaaker (1998), a marca pode ser
importante, com base em três tipos de benefícios:
a) funcionais: relacionados com a qualidade intrínseca do produto/serviço e com sua
funcionalidade;
b) econômicos: integradores de vantagens relativas avaliadas em termos de custos e
de tempo;
c) psicológicos: de índole subjetiva, ligados às expectativas e percepções do
consumidor determinantes de sua satisfação.
A importância da marca, portanto, estende-se tanto para a empresa, como para os
clientes. As vantagens do uso de marcas para a empresa estão diretamente ligadas aos
benefícios que proporciona aos consumidores.
O valor da marca é formado por um composto de associações positivas ao produto
ou serviço e a própria organização, que se traduzem em resultados intangíveis, como:
aceitação, satisfação e benefícios. Conseqüentemente, estes se convertem em resultados
tangíveis do retorno sobre os investimentos apropriados aos esforços de marketing para a
própria empresa. Dessa forma, o valor de marca pode ser negativo, na medida em que as
associações às marcas perdem ou nada propõem, e, portanto, nada adicionado às
expectativas da organização. Considera-se, também, que os valores intrínsecos às marcas
são os ativos geradores de percepção positiva na decisão de compra. É o que se identifica
neste estudo como o brand equity.
O Brand Equity
O brand equity é um conceito muito explorado principalmente por Aaaker (1998). A
denominação deste autor mantém a visão mais nítida dos valores simbólicos intangíveis nas
marcas, que é, sem dúvida, fator decisivo na indução e na decisão de compra por parte dos
consumidores.
O que o autor chama de brand equity são os valores intrínsecos às marcas, que são
os ativos geradores de percepção positiva na mente das pessoas. Aaaker (1998, p. 28)
definiu o brand equity como sendo “o conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca,
seu nome e seu símbolo, que se somam ou se subtraem do valor proporcionado por um
produto ou serviço para uma empresa e/ ou para os consumidores dela”. Tais ativos devem
estar ligados às marcas através de seu nome e/ou símbolo.
Nesta definição, o brand equity está baseado em cinco componentes: lealdade da
marca, conhecimento do nome (marca), qualidade percebida, associação à marca em
acréscimo à qualidade percebida, outros ativos da empresa relacionados à marca, como por
exemplo: patentes, marcas registradas e canais de distribuição.
Dentro deste ambiente, como em qualquer fenômeno decorrente de múltiplas
interações, o branding, ou gestão da marca, é uma ferramenta reconhecida como um
fenômeno contemporâneo pelos autores pesquisados, produto de uma sociedade em
constante mudança. Pode também ser conceituado, como o conjunto de ferramentas
voltadas para a gestão do valor organizacional da identidade visual, que abrange a pesquisa
para análise da segmentação do mercado, tendências, motivações, necessidades e desejos
do consumidor; análise dos concorrentes; experiências em design e marketing; e
desenvolvimento das especificidades para a aplicabilidade da marca.
De acordo com Strunk, (2001, p 32), o brand equity é o resultado de todas as
qualidades e atributos que estão relacionados a uma marca, sendo o poder de
convencimento de uma marca em relação ao seu consumidor no momento da compra, é o
que faz o consumidor escolher determinada marca dentre todas as outras concorrentes. É
tudo de tangível e intangível que a marca possui e que contribua para seu crescimento
lucrativo.
Com base nos autores referenciados, pode-se entender que brand equity é tudo que
lida com o valor da marca, mas que vai além do patrimônio físico, sendo o valor da imagem
e da lealdade dos seus clientes.
Para Pinho (1996, p. 47) a “[...] construção do brand equity se dá pela criação de um
conjunto organizado de atributos, valores, sentimentos e percepções que estão ligados à
marca, que a reveste de um sentido e valor que ultrapassa o custo percebido dos benefícios
funcionais do produto”. Denota-se, portanto, que o brand equity cria valor não só para os
consumidores, mas, também, para a empresa.
Neste sentindo, Aaker (1998, p. 18) aponta valores para a empresa e para os
consumidores através das formas do brand equity.
a) Valor para a empresa através do aumento da:
1 – eficiência e eficácia dos programas de marketing.
2 – lealdade da marca;
3 – preços/ margens;
4 – extensão da marca;
5 – incremento com o trade;
6 – vantagem competitiva.
b) Valores proporcionados para os consumidores através do aumento da sua:
1 – interpretação/ processamento de informação;
2 – maior confiança na decisão de compra;
3 – satisfação de uso.
Ainda de acordo com o autor supracitado, as ferramentas do brand equity podem
organizar: programas para atrair novos consumidores ou reconquistar antigos; construir a
qualidade percebida; as associações com o valor da marca que afetam aspectos emocionais
e a satisfação de uso que proporcionam plataforma para o crescimento via extensões da
marca; pode dar impulso ao canal de distribuição, isto porque uma marca forte terá a
vantagem de ganhar maior destaque no local de venda; e finalmente, os ativos do brand
equity facilitam uma vantagem competitiva que acaba por representar uma barreira real
para os concorrentes (AAKER, 1998). O brand equity, portanto, como ferramenta pode
criar na mente do consumidor liderança para a marca, fazendo com que esta seja bem
posicionada.
Concluindo, o branding é uma nova atividade de caráter interdisciplinar que vem
sendo adotada pelos designers para construir e administrar a identidade da marca através de
todos os pontos de construção da imagem, desenvolvendo manifestações multisensoriais,
com contribuições de outras áreas, criando a percepção de valor em torno da marca, através
dos cinco sentidos, para atingir a plenitude da marca e a fidelidade dos clientes. As
ferramentas do branding aumentam as vantagens competitivas no mercado, beneficiando a
empresa e os clientes, de maneira total e inovadora.
Referências Bibliográficas
AAKER, David A. Marcas-brand equity: gerenciando o valor da marca. 2 ed. São
Paulo: Negócio, 19998.
BAUDRILLARD, Jean, A Sociedade de Consumo. Trad, de Artur Mourão Rio de Janeiro,
Editora Elfos, 1995.
CASOTTI, L. Maketing moderno e consumidor pós-moderno? Foz do Iguaçu, Anais do
22º Enanpad, 1998.
COBRA, Marcos A. Henrique Nogueira. Marketing Básico. Uma Perspectiva brasileira.
São Paulo: Atlas, 1997.
DENIS, Rafael Cardoso. Uma introdução à história do design. 1ª ed., São Paulo: Editora
Edigar Blücher Ltda, 2000.
ESCOREL, Ana Luisa. O efeito Multiplicador do Design. Editora Senac, 2000.
FRASCARA, Jorge. Diseño gráfico y comunicación. 7ª ed. Buenos Aires: Ediciones
Infinito, 2000.
GOBÉ, Marca. A emoção das marcas: conectando marcas às pessoas/ Marc Gobé;
tradução de Fluvio Lubisco – Rio de Janeiro: Campus, 2002.
GUIMALHÃES, Ricardo. Branding: Uma nova filosofia de gestão, IN: Revista ESPM,
São Paulo: V. 10, ano 9, p. 86 – 103, março/ abril 2003.
HEFTING, Paul. Manual de Identidade Corporativa. Barcelona: G. Gili, 1991.
HOLLIS, Richard. Design Gráfico: Uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes,
2000.
KOTLER, P. Administração de Marketing. Rio de Janeiro. 1993.
_________. Marketing para século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados.
São Paulo: Futura, 1999.
LÖBACH, Bernard. Design Industrial: Base para a Configuração dos Produtos
Industriais. Editora Edgard Blücher, Ltda, 2000, São Paulo.
LIMA, M. C. Monografia: A engenharia da produção acadêmica. São Paulo: Saraiva,
2004.
MUNARI, Bruno. Das coisas nascem as coisas. Trad.: JOSE MANUEL DE
VASCONCELOS. SÃO PAULO: MARTINS FONTES, 1998.
NUNES, Gilson. Gestão Estratégica da Marca. IN: Revista FAEBUSINESS, nº 7, Nov.
2005.
OLIVEIRA, Antonio R. Branding ao Ponto. Revista ADG Nº 24, Janeiro 2002.
PAVITT, Jane. (org). Brand New. London. Priceton University Press. 2003. 224p.
PEÓN, Maria Luísa. Sistemas de identidade visual. 2 ed. Rio de Janeiro: 2AB, 2001.
PINHO, José Benedito. O poder das Marcas. São Paulo: Summus, 1996. Relatório de
Atividades 2000/2001. Centro de Design do Paraná.
RODRIGUES, Delamo. Um Breve Panorama do Branding. IN: Anais do Congresso
Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento e Design. P&D, 2006, Paraná.
SCHIMITT, Bernand; SIMONSON, Alex. A estética do marketing. São Paulo: Nobel,
2000, 339p.
STRUNCK, Gilberto. Como criar identidades visuais para marcas de sucesso. Rio de
Janeiro: Rio Books, 2001.
VILLA – BOAS, André. Design Gráfico: identidade e cultura. Rio de Janeiro: 2AB
2002.
WURMAN, Richard Saul. Ansiedade de informação: como transformar informação em
compreensão. São Paulo: Cultura Edições Associados, 1991.