Muita founder chega na primeira reunião com investidor sem saber o que esperar. Antes de entrar na sala, vale entender quem vai estar do outro lado, como esse investidor costuma tomar decisões e quais empresas já tem no portfólio. Revise os números da empresa, tenha clareza sobre quanto pretende captar e onde esse capital vai ser alocado. E prepare perguntas. A reunião não é só sobre você ser avaliada. Durante a conversa, comece pelo problema que você está resolvendo. Responda com objetividade, preste atenção nos temas que geram mais interesse e não tenha receio de dizer quando não souber uma resposta. Uma reunião dificilmente define tudo. Depois, envie um e-mail de acompanhamento, compartilhe o que ficou pendente e organize os feedbacks para as próximas conversas. Nem toda reunião termina em investimento. Muitas vezes ela é o início de um relacionamento. A gente montou esse checklist especialmente para isso. Já deixa salvo para a sua próxima reunião. 💜 Se você está captando ou pretende captar nos próximos meses, a Sororitê investe em startups com pelo menos uma mulher no time fundador. Conheça nossa tese de investimento: https://lnkd.in/diKcXk4F #VentureCapital #Fundraising #Fundadoras Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
Sororitê
Capital de risco e participações privadas
São Paulo, SP 7.823 seguidores
Fundo de Venture Capital. As melhores fundadoras do Brasil ainda não foram financiadas. A gente muda isso.
Sobre nós
A missão do Sororitê é trazer mais capital para startups excepcionais lideradas por mulheres. Para alcançar esse objetivo, contamos com dois pilares fundamentais: O Sororite Angel Network é a maior rede de mulheres investidoras-anjo do Brasil, composta por mulheres visionárias que investem coletivamente em startups lideradas por empreendedoras. O Sororitê Ventures é um fundo de venture capital pre-seed de U$5 milhões dedicado a investir em startups brasileiras com diversidade no time de fundadores. Estamos comprometidas em promover um ecossistema mais inclusivo e equitativo, onde o empreendedorismo e liderança feminina sejam reconhecidos e valorizados. Se você é uma fundadora e quer falar conosco, inscreva-se aqui: https://airtable.com/applPwuoWFzCPPooF/shrjkQZ3p1jiPMYbP Se você quer se tornar uma investidora da rede Sororitê, inscreva-se aqui: https://airtable.com/applPwuoWFzCPPooF/shrEonNvmIhoailFY
- Site
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Link externo para Sororitê
- Setor
- Capital de risco e participações privadas
- Tamanho da empresa
- 11-50 funcionários
- Sede
- São Paulo, SP
- Tipo
- Empresa privada
- Fundada em
- 2021
Localidades
-
Principal
Como chegar
São Paulo, SP 04535-013, BR
Funcionários da Sororitê
Atualizações
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Na Forbes Midas List 2026, que reúne os investidores mais bem-sucedidos do mundo, nenhuma das 10 primeiras posições é ocupada por uma mulher. No top 20, há uma. A Yasmin Razavi, da Spark Capital, está em 13º lugar. A startup que a colocou lá é a Anthropic, a única empresa daquela lista com uma mulher no time fundador. A Jaana Goeggel trouxe esse dado no painel do Web Summit Rio, e a conclusão é difícil de ignorar: quem está do lado do cheque influencia quem recebe o cheque. No Brasil, apenas 2% dos investimentos em startups chegam a empresas com mulheres entre as fundadoras. Menos de 0,04% vão para negócios liderados exclusivamente por elas. Esses números não mudam sozinhos. O Sororitê Fund 1 existe para ocupar esse espaço. Lista completa da Forbes Midas List 2026 no primeiro comentário. #VentureCapital #WebSummitRio #ForbesMidasList Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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Blockchain não é sobre criptomoeda. Nunca foi. É sobre resolver um problema muito mais antigo: como duas partes que não se conhecem podem confiar uma na outra sem precisar de um intermediário no meio. Banco, cartório, Visa, Mastercard. Todos existem porque a confiança precisa de um guardião. Blockchain muda essa lógica. No novo episódio do Sororitê Talks, a Sabrina Olivo, líder da ZKsync no Brasil, desmonta tudo que a gente acha que sabe sobre essa tecnologia. Desde a crise de 2008 que deu origem ao bitcoin até o que está sendo construído agora em pagamentos, agronegócio e privacidade de dados. Ela tem 29 anos, passou pela Monashees e pela Ethereum Brasil, venceu 9 hackathons e hoje ajuda empresas globais a entrar no ecossistema Web3 na América Latina. Link nos comentários. 💜 Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari #SororitêTalks #Blockchain #Web3 #Tecnologia
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A Forbes divulgou recentemente a Midas List 2026, o ranking que reúne os 100 investidores de venture capital mais influentes do mundo. São pessoas que ajudaram a financiar empresas como OpenAI, Anthropic, SpaceX, Stripe, Revolut, Databricks e Figma, negócios que hoje movimentam bilhões de dólares e ajudam a definir os rumos de diferentes mercados. Quando olhamos para a lista, é impossível não ficar impressionada com o tamanho das empresas envolvidas. Muitas delas ainda nem abriram capital e já atingiram valuations que seriam impensáveis poucos anos atrás. Mas um outro dado chamou nossa atenção. Entre os 10 investidores mais bem posicionados do ranking, não há nenhuma mulher. Ampliando para os 20 primeiros nomes, aparece apenas uma: Yasmin Razavi, da Spark Capital, que ocupa a 13ª posição após liderar um investimento na Anthropic quando a empresa ainda estava em um estágio muito anterior ao que vemos hoje. E existe uma curiosidade interessante nesse dado. A Anthropic, empresa associada ao investimento da Yasmin, é também a única companhia entre os principais cases do Top 20 que conta com uma mulher entre seus fundadores e na liderança executiva. Claro que um único exemplo não explica sozinho um mercado inteiro. Mas ele ajuda a ilustrar uma discussão importante: quem está do lado do investimento influencia, direta ou indiretamente, quais fundadores recebem atenção, quais empresas conseguem acessar capital e quais negócios têm a oportunidade de crescer. Por isso, quando falamos sobre diversidade no ecossistema, a conversa não passa apenas pelos founders. Ela também passa por quem está do outro lado da mesa tomando decisões de investimento. Na Sororitê, acreditamos que ampliar a presença de mulheres nesses espaços de decisão ajuda a ampliar o acesso a capital, a diversidade de perspectivas e o número de fundadoras que conseguem transformar boas empresas em grandes empresas. 💜 #VentureCapital #MidasList #Startups #Investimento Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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Web3 ainda é tratado como nicho técnico. Para quem constrói startups agora, é infraestrutura. No novo episódio do Sororitê Talk, recebemos Sabrina Olivo, Lead da ZKsync no Brasil, para falar sobre blockchain, Web3 e as oportunidades reais que essas tecnologias abrem para founders early-stage. Sabrina tem mais de 8 anos de mercado de tecnologia, 5 deles dedicados a blockchain. Passou pela Monashees e pela Ethereum Brasil, venceu 9 hackathons e hoje lidera a operação da ZKsync no país. Um episódio para quem ainda vê blockchain como assunto distante e para quem já entendeu que não é. Link do episódio nos comentários. Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari #VentureCapital #Web3 #Blockchain #StartupsBrasil #DiversidadeNoVC
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📈 Hoje, 55 das 500 maiores empresas dos Estados Unidos são lideradas por mulheres. É o maior número da história. Ao mesmo tempo, elas ainda ocupam apenas 11% das posições de CEO da Fortune 500. No início dos anos 2000, existiam apenas 2 mulheres CEOs entre as 500 maiores empresas americanas. A evolução é enorme. Ainda assim, basta olhar para o número atual para perceber que chegar ao topo das maiores companhias do mundo continua sendo algo raro para mulheres. E não estamos falando de empresas pequenas. Entre essas líderes estão Mary Barra, que comanda a General Motors desde 2014, Jane Fraser, primeira mulher a liderar um grande banco americano ao assumir o Citigroup, e Lisa Su, responsável pela transformação da AMD em uma das empresas mais relevantes da indústria de semicondutores. O dado costuma aparecer quando a história já está pronta, quando alguém finalmente chega à cadeira de CEO. Mas toda líder que está nessa lista passou por muitos outros lugares antes de chegar ali. Teve acesso a oportunidades, assumiu posições de liderança, participou de decisões importantes, construiu repertório e desenvolveu uma trajetória ao longo de muitos anos. É por isso que discussões sobre liderança feminina raramente começam no cargo de CEO. Elas passam pelas oportunidades recebidas ao longo da carreira, pelos espaços de decisão que são abertos e por quem consegue construir trajetória suficiente para chegar até o topo. Quando olhamos para venture capital, a lógica não é tão diferente. As empresas que vão liderar mercados daqui a 10 ou 20 anos estão sendo construídas agora, e as decisões sobre quem recebe capital para construir essas empresas também estão sendo tomadas agora. Na Sororitê, essa conversa importa justamente por isso. A presença de mais mulheres em posições de liderança não começa quando alguém assume uma cadeira de CEO. Ela começa muito antes, no acesso a oportunidades, a capital e aos espaços onde as decisões são tomadas. 💜 Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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A creator economy deixou de ser uma conversa restrita a influência e visibilidade. Hoje, ela passa por decisão de compra, dados, tecnologia e novas formas de conectar marcas e consumidores. No novo episódio do Sororitê Talk, conversamos com Rachel Spencer, fundadora da Eluvi, startup investida pela Sororitê, sobre como essa mudança aparece de forma muito clara no turismo. A escolha de uma viagem muitas vezes começa em uma foto salva, em um vídeo de uma experiência ou em uma recomendação de alguém que acompanhamos há anos. Mas, por trás dessa influência, ainda existe um mercado que opera com muita informalidade. Foi olhando para essa dor que a Rachel construiu a Eluvi, uma plataforma que ajuda creators, hotéis, restaurantes e marcas de turismo a trabalharem juntos com mais clareza, dados e inteligência. No episódio, ela fala sobre creator economy, IA, comportamento de consumo e sobre os aprendizados de construir uma startup a partir de uma dor vivida na prática. Ouça o episódio completo do Sororitê Talk no Spotify, link na bio! Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari #CreatorEconomy #VentureCapital #Startups
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Tem founder que recebe feedback educado. E tem founder que senta numa mesa cheia de investidoras dispostas a falar a verdade. Foi isso que aconteceu nessa edição do Pitch & Coffee da Sororitê. Startups que a gente conhece no dia a dia, que enxerga valor e acredita no time, chegaram para se conectar com a nossa comunidade. Pitch, feedback, mentoria e networking com gente que entende do assunto. Nesta edição também recebemos a Tatiana Pomar, fundadora da hiSofi, nossa mais nova investida. Foi a oportunidade da nossa comunidade conhecer de perto a plataforma e os planos pra frente, e já começar a abrir portas e conexões. Perguntas diretas, sugestões de quem já passou pelo que ela está passando, e uma comunidade que não aparece só no aporte. Aparece depois, no dia a dia. Um agradecimento especial à FM/Derraik, nossos estimados advogados, que nos receberam de braços abertos no espaço deles. 💜 #PitchAndCoffee #Sororitê #VentureCapital Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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Esse número continua nos incomodando. Ele não reflete a quantidade de mulheres construindo boas empresas no Brasil. A Sororitê existe para ajudar a mudar esse cenário, ampliando o acesso a capital para fundadoras e investindo em empresas lideradas por mulheres. 💜 Trecho da participação da Erica Fridman Stul, GP da Sororitê na CNBC. #VentureCapital #Startups #Investimento Jaana Goeggel Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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Como as decisões são tomadas dentro do Venture Capital? Se você acompanha a área, sabe que nem sempre é fácil acessar esse tipo de conversa. Muita coisa importante fica restrita a quem já está dentro do ecossistema. Conversas sobre decisão de investimento, leitura de risco, ajuste de rota, crescimento de empresa, normalmente não chegam de forma clara para quem está de fora. O Sororitê Talks nasce desse espaço. É onde investidoras, fundadoras e executivas compartilham como pensam e como tomam decisão no dia a dia. Não só o resultado final, mas o raciocínio por trás. Ao longo dos episódios, isso foi ficando cada vez mais evidente. O que mais chama atenção não são as histórias em si, mas como essas decisões são construídas. Como alguém avalia uma oportunidade. O que pesa na hora de investir. Quando mudar de direção. Onde colocar tempo e capital. Se você está construindo uma empresa, investindo ou quer entender melhor como esse mercado funciona, esse tipo de conversa faz diferença. O Sororitê Talks é esse espaço. Se você quer estar mais próxima dessas discussões, vale acompanhar. E, se tiver alguma mulher que deveria estar aqui, marca nos comentários. #VentureCapital #Startups #MulheresNoVC Jaana Goeggel Erica Fridman Stul Juliana Basílio Julieta Visoni Calliari
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