Se você não entende o que move seu cliente, não vai aumentar o seu faturamento. Simples assim. Vi isso acontecer em tempo real no Shark Tank Brasil: empreendedores com produto bom, pitch bonito e zero clareza sobre por que alguém compraria. O que realmente faz alguém escolher sua marca? Resolve um problema real. Supre uma necessidade. Ou cria pertencimento. Ninguém compra produto. Compra transformação, identidade, praticidade. Se você quer estruturar esse raciocínio antes da sua próxima apresentação, criei o Guia Prático para um Pitch Vencedor. É o esqueleto completo de um pitch que fala diretamente ao que o investidor quer ouvir. Comenta PITCH e receba o seu na dm. 76% dos consumidores esperam que marcas entendam suas necessidades individuais. Empresas centradas no cliente são 60% mais lucrativas. E 57% das decisões de compra já estão tomadas antes do primeiro contato com vendas (McKinsey & Deloitte). Seu pitch começa muito antes da apresentação. Começa quando você para de falar do que vende e passa a mostrar o que resolve. Na @feneducacao, é isso que a gente treina: clareza sobre o cliente antes de qualquer discurso de venda. Quem entende o cliente, fecha. Quem não entende, fala bonito e vai embora de mãos vazias. Fez sentido? Comenta aqui qual dos três motivos de compra mais representa o seu negócio 👇
Isso me lembra de várias reuniões de diagnóstico financeiro que já fiz. O empresário chega convencido de que o problema é preço ou concorrência, mas quando a gente escava um pouco, o que falta mesmo é clareza sobre que dor está sendo resolvida. Pitch bonito sem esse entendimento é só embalagem.
Tem muita gente afinando discurso e esquecendo de escutar o que faz alguém dizer “é isso que eu preciso”; sem esse encaixe, até a melhor apresentação vira enfeite... No negócio, entender a dor, a necessidade ou o pertencimento muda o jogo.
Quando a gestão foca na solução, o faturamento acompanha. O produto atrai o olhar, mas o alinhamento com a necessidade real do cliente é o que fecha o contrato. Não é sobre vender um produto bonito. É sobre resolver um problema real com eficiência.
Camila, deve ter visto muito no Shark Tank: novas versões de produtos já existentes, potenciais de sucesso, mas não muito bem-apresentados pelos criadores. Não os culpe. Talvez alguns estivessem 1 pouco nervosos, pesou nas apresentações. Novas versões de produtos, se bem-apresentados, se diferenciam dos primeiros. E motivam clientes para compras.
O ponto central do pitch está aí: traduzir oferta em valor percebido. Sem leitura do cliente, argumento vira ruído.
Pitch bom sem leitura real do cliente vira só discurso. Quando a dor fica clara, a proposta ganha muito mais força.
Nas vendas B2B entendo que existem muitas motivações, entendo que o retorno sobre o investimento, confiança em em ter o suporte necessário da marca e disponibilidade do produto (funcionar do modo esperado) sejam essenciais. Mas sempre bom entender um pouco mais e ver outros pontos de vista, então: PITCH 😊
Pensando exatamente nisso que a Camila Farani disse, nas necessidades comuns de pessoas comuns, que tenho estudado programação e estou desenvolvendo, aos poucos, os aplicativos da minha empresa de softwares e aplicativos (obs: ainda estou criando a empresa), mas, ao mesmo tempo, criando os produtos para inserir na página dela. Um dos produtos, por exemplo, é o Monea Terminal, um app/site criado e desenvolvido para acompanhar, em tempo real, a movimentação do mercado, com definições de alertas de preços, para que os usuários saibam quando devem comprar ou vender algum ativo. No caso do Monea Terminal, disponibilizei, até o momento, as 22 Moedas mais comercializadas no mundo, sendo 5 delas, criptomonedas como Bitcoin e Solana. As compras e vendas não são feitas no app, apenas o acompanhamento da movimentação do mercado. Mas existem ideias e planos mais ambiciosos, nos quais já estou trabalhando!💻📱 moneaapp.com.br
Foi justamente por identificar uma necessidade que nasceu a DIGIMANO ONE: para reduzir a fragmentação do cuidado em saúde, integrando informações, pessoas e serviços, garantindo continuidade do cuidado e melhores desfechos para pacientes, familiares e profissionais.
Infelizmente, esse é um erro recorrente e revela uma visão de mercado bastante limitada. Muitos empreendedores desenvolvem produtos pensando no que eles mesmos gostam, em vez de partir da pergunta essencial: para quem estou criando isso? Quando o foco sai do cliente e vai para o próprio ego, aumenta o risco de lançar algo que agrada ao criador, mas não ao “famoso mercado”. Quem paga a conta é o consumidor, logo, ele quem deveria ser o norte das decisões.