A Teoria Moderna da Firma centrou-se na análise de empresas hierárquicas, mostrando uma relutância em estudar os processos de autogestão. Na verdade, com a exceção de certas contribuições marginais, sob o preconceito teórico de que todos...
moreA Teoria Moderna da Firma centrou-se na análise de empresas hierárquicas, mostrando uma relutância em estudar os processos de autogestão. Na verdade, com a exceção de certas contribuições marginais, sob o preconceito teórico de que todos os agentes se comportam sob parâmetros racionais, uma evidên-cia empírica, robusta que enfatiza a existência de uma diversidade de empresas não convencionais que responde foi ignorada, a uma lógica baseada na horizontalidade, conseguiu manter processos bem-sucedi-dos de autogestão ao longo do tempo, uma sobrevivência sustentada. Na verdade, a literatura econômica mostrou um ceticismo marcado sobre a capacidade de sobrevivência das pequenas cooperativas, assum-indo que as estratégias egoístas individuais prevalecendo sobre o interesse coletivo. O presente trabalho tem como objetivo analisar o surgimento de resultados empíricos de ação coletiva, usando Teoria do Jogo e análise experimental, de modo a incorporar certas variantes ao cenário estático que melhor represente a situação de interdependência na qual estão inseridas ideias cooperativistas. Em particular, analisamos os efeitos sobre o comportamento dos agentes decorrentes da adição de determina-das regras do jogo (instituições) do que da perspectiva do design institucional, possibilitam a cooperação. O principal resultado do trabalho ressalta que uma mal instituição inchada, que consegue fazer surgir a cooperação como resultado empírico, abrindo no campo da economia de organizações novas perspectivas para o estudo de confiança e capital social. Palavras-chave: Cooperativas. Autogestão Análise Experimental Comunicação Cooperação
The Modern Theory of the Firm has focused on the analysis of hierarchical firms, showing its reticence to the study of self-management processes. In effect,-except for certain marginal contributions-under the theoretical preconception that all the agents behave under rational parameters, it has been completely disregarded some robust empirical evidence emphasizing the existence of a diversity of non-conventional firms, that responding to a logic based on horizontality, manage to sustain successful self-management processes in time-read, a sustained survival-. In effect, economic literature has evidenced noticeable skepticism about the survival capacity of small work cooperatives presupposing that selfish individual strategies prevail over collective interest. The present work proposes to analyse the emergence of empirical results of collective action making use of the Game Theory and the experimental analysis, with the purpose of incorporating certain variants to the static scenario that best represents the interdependence situation in which cooperativists are immersed. Specifically, the effects over the behavior of agents that arise from adding certain rules of game (institutions) that make cooperation possible, from the perspective of institutional design, are analysed. The main result of the work highlights that a Robust Institutional Mesh succeeds in making cooperation emerge as empirical result, opening new perspectives for the study of Trust and Social Capital, in the field of Organizational Economics.
La Teoría Moderna de la Firma se ha abocado al análisis de firmas jerárquicas, mostrándose reticente al estudio de los procesos de autogestión. En efecto,-a excepción de ciertas contribuciones marginales-bajo la preconcepción teórica de que todos los agentes se comportan bajo parámetros racionales, se ha hecho caso omiso a una robusta evidencia empírica que enfatiza sobre la existencia de una diversidad de firmas no convencionales que respondiendo a una lógica basada en la horizontalidad, logran sostener en el tiempo procesos exitosos de autogestión-léase, una supervivencia sostenida-. En efecto, la literatura económica ha evidenciado un marcado escepticismo sobre la capacidad de supervivencia de las pequeñas cooperati-vas de trabajo, al presuponer que las estrategias individuales egoístas prevalecen sobre el interés colectivo. El presente trabajo se propone analizar la emergencia de resultados empíricos de acción colectiva valiéndose de la Teoría de Juegos y el análisis experimental, a los fines de incorporar ciertas variantes al escenario estático que mejor representa la situación de interdependencia en la que se ven insertos los cooperativistas. En concreto, se analizan los efectos sobre el comportamiento de los agentes que surgen de adicionar ciertas reglas de juego (instituciones) que desde la perspectiva del diseño institucional hacen posible la cooperación. El principal resultado del trabajo pone en relieve que una Malla Institucional Robusta logra hacer que la cooperación emerja como resultado empírico, abriendo en el campo de la Economía de las Organizaciones nuevas perspectivas para el estudio de la Confianza y el Capital Social.