O MERCADO DE TRABALHO É JOGO DE LIBERTADORES
PARAGUAI, ARGENTINA E OUTROS SUL AMERICANOS FIZERAM O QUE O BRASIL DEVERIA TER FEITO.
Algumas seleções (não é o caso do Brasil) mostraram nesta na Copa do Mundo de 2026 que a vontade de vencer é mais importante do que a própria vitória.
A vitória é importante, claro, mas para vencer mesmo é preciso ter honra.
Profissionais do futebol mostraram o comportamento que é possível ser observado no mercado de trabalho tradicional.
Alguns “jogando jogo de libertadores”, entregando o seu melhor, e se importando verdadeiramente com os resultados, enquanto outros, jogando um jogo diferente, fazendo apenas o mínimo, e indiferentes com o resultados.
Não estou falando aqui que no mercado de trabalho é preciso “dar a vida” pela empresa que você trabalha, mas entregar o melhor que você pode e assumir a responsabilidade do compromisso que você assumiu com seu empregador é questão de honra, de princípios, valores e de respeito a si próprio.
Se você quer “vencer na vida” ou ser campeão da Copa do Mundo, se quer reconhecimento, promovido, melhores ganhos financeiros e oportunidades de desenvolvimento profissional, é preciso jogar com RAÇA.
No futebol como no mercado de trabalho, nem sempre quem vence é o melhor, mas normalmente quem vence são aqueles que quiseram mais, se dedicaram mais e não aceitaram de forma passiva a derrota.
Em alguns jogos, da Argentina e Paraguai, é inegável que nossos hermanos SE RECUSARAM A PERDER.
Na vida, na copa ou no mercado de trabalho, não basta ir jogar, tem que QUERER ganhar, jogar com HONRA, e entregar o MELHOR.
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